CARTA AO POVO DE CAMPOS: APÓSTOLO CARVALHO

QUANDO MUDAR SIGNIFICA SOBREVIVER!

Há alguns anos, nós moradores da cidade de Campos dos Goiytacazes, estamos vivendo um verdadeiro dilema que provoca crise, impacta nossos sentimentos e vontade. Na verdade nossa inteligência tem sido subestimada.

 
Vivemos em uma cidade que os olhos de todos os brasileiros, e porque não dizer de muitos estrangeiros, estão voltados para ela, este lugar é reconhecido como o lugar das oportunidades, porém, qual nossa resposta quando somos perguntados: Como vai a qualidade de vida de nosso povo? Como tem sido tratada a educação, a saúde, a segurança, a moradia e a distribuição de renda desta gigantesca cidade? Na verdade, nossa cidade tem sido marcada por um tsunami chamado corrupção. Meu irmão e amigo, não é possível que vivamos em uma cidade tão rica, com um povo tão trabalhador e acabemos envergonhados no cenário nacional por causa das maldades de poucos.


Irmãos! Sou nascido e criado nesta terra e sinto-me indignado pela falta de sensibilidade e pelo descaso com que temos sido constantemente tratados por aqueles que deveriam nos servir, ressalvando raras exceções. Não podemos esquecer que a opressão gera descrédito, que acaba roubando a esperança e a confiança, logo enfraquecendo a todos, na verdade, centenas de campistas perderam a expectativas de dias melhores.


Porém, até na natureza aprendemos que é possível se recuperar, mudar...

PARA LER O RESTO DESTA CARTA ACESSE:
APOSTOLOCARVALHO.BLOGSPOT.COM

Pais suecos são presos por aplicar disciplina. Governo lhes tira os filhos...

(Por Hilary White) — Um tribunal regional da Suécia sentenciou um casal a nove meses de cadeia para cada um e os multou o equivalente a 10.650 dólares depois que eles confessaram que batiam em três de seus quatro filhos como parte normal de seus métodos de educar e disciplinar filhos. Em 1979, a Suécia tornou crime os pais aplicarem castigo físico nos filhos, uma medida que foi o primeiro passo, de acordo com um advogado de direitos dos pais nos EUA, para o Estado sueco praticamente se apoderar de toda a autoridade e direitos dos pais.
Documentos do tribunal, citados pela Televisão Sveriges, disseram que os pais, cujos nomes não foram divulgados na imprensa, “explicaram que haviam usado o que eles mesmos descreviam como bater e castigo físico como parte de seus métodos de criar os filhos”.
Os documentos disponibilizados não dão nenhuma indicação de que os pais cometiam abusos, e o tribunal ainda comenta que os pais “tinham um relacionamento de amor e cuidado com os filhos”.
Apesar disso, os pais foram mandados para a prisão e multados em 25.000 coroas suecas para cada um dos “filhos afetados”. Os filhos foram enviados para um orfanato sustentado pelo Estado, onde estão desde junho deste ano, e Mike Donnelly, diretor de relações internacionais da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa (ADLEEC), que tem sede nos EUA, disse para LifeSiteNews.com que é “extremamente improvável” que os filhos sejam devolvidos para sua família.
Donnelly disse que esse caso é típico dos casos de muitas famílias com valores tradicionais na Suécia: “Na área de direitos da família na Suécia, as coisas realmente não estão indo bem ali”.
Embora a ADLEEC não defenda uma posição oficial sobre o uso de castigo físico, Donnelly disse que claramente cabe aos pais decidirem se o castigo físico é uma forma apropriada de disciplina.
“Os pais se tornaram meros funcionários do governo, tendo o Estado sueco se apossado diretamente da função deles”, Donnelly disse. “E esses pais foram presos por fazerem o que nos EUA seria perfeitamente normal”.
Noventa por cento das crianças suecas estão em creches financiadas pelo governo desde idades bem novas, até mesmo bebês de um ano e meio, disse ele. É a posição do Estado que os pais sejam dominados pelo Estado em áreas de criação de crianças, disse ele.
Donnelly disse, porém, que os melhores interesses das crianças não são a prioridade mais elevada do Estado. “Daí, eles pegam essas crianças que têm um relacionamento de amor e carinho com seus pais e as mandam para orfanatos, e jogam os pais na cadeia por nove meses”.
Donnelly citou o caso agora famoso de Domenic Johansson, o menino que foi arrancado dos pais por funcionários do governo porque seus pais estavam lhe dando aulas escolares em casa, um ato que também é ilegal na Suécia.
“Moral da história: não vá para a Suécia. Não mude para lá, se quiser ter uma família normal”.