SHALOM ...DISSE JESUS...

“Pois, que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderá dar em troca de sua alma?”

Mateus 16:26

Pensamento: É tentador pensar que Jesus está só falando de pessoas mundanas, correndo atrás de riquezas materiais. Há riquezas que seduzem os fiéis também. Poder. Autoridade. Admiração. Influência. O senso de superioridade, de fazer parte de uma elite espiritual. Todas estas tentações sussurram nas profundezas dos corações de Cristãos também. Pode ser num ministério local ou numa missão nacional. É possível perder a alma tentando ganhar o mundo para Cristo. Se Satanás usou esta tentação em Jesus (4:8-10), será que ele vai nos poupar? Há métodos e atitudes que podem render resultados impressionantes. Mas eles podem também comprometer nossa integridade, corroer nosso tratamento para com outros e até ameaçar nossa salvação. O seu mundo pode ser pequeno, pode caber dentro de uma cidade ou congregação ou até mesmo uma casa. Mas será que você está disposto a morrer para seu desejo de possuir, de dominar, ou de sobressair dentro deste seu mundo? Certamente Ananias e Safira não pretendiam vender suas almas pelo preço de um terreno. Mas foi isso que fizeram. Será que você começou a negociar a sua salvação e nem percebeu? Se você tiver qualquer dúvida, peça para Deus sondar o seu coração. Peça-Lhe para falar com você por meio da Palavra, por pessoas que Ele mesmo enviará. Peça ajuda dEle, que Ele responderá.

Oração: Pai, obrigado por me lembrar que, em troca da minha alma, eu não tenho absolutamente nada para barganhar. Eu só tenho esperança em Jesus. Ele já ofereceu o único resgate aceitável. Sonde meu coração e ajude-me a ver se estou sendo tentado a trocar minha salvação por qualquer coisa. Quero deixá-la firme nas mãos de Jesus pela eternidade. Em nome do meu Salvador eu oro e agradeço. Amém.


"...Disse Jesus..."



Os seus discípulos responderam: “Onde poderíamos encontrar, neste lugar deserto, pão suficiente para alimentar tanta gente?” “Quantos pães vocês têm?”, perguntou Jesus. “Sete”, responderam eles, “e alguns peixinhos.” Ele ordenou à multidão que se assentasse no chão. Depois de tomar os sete pães e os peixes e dar graças, partiu-os e os entregou aos discípulos, e os discípulos à multidão. Todos comeram até se fartar. E ajuntaram sete cestos cheios de pedaços que sobraram. Os que comeram foram quatro mil homens, sem contar mulheres e crianças. E, havendo despedido a multidão, Jesus entrou no barco e foi para a região de Magadã.

Mateus 15:33-39

Pensamento: Os discípulos só conseguem pensar no alimento que não têm. Jesus só quer saber do pouco que eles têm. O Senhor nunca espera nada de nós além daquilo que ele nos deu. Mas nós tantas vezes ficamos desanimados, frustrados e paralisados porque só conseguimos enxergar aquilo que não temos. Paulo, com todo o talento e a energia que tinha, provavelmente fez muito mais na prisão em cadeias do que teria feito fora livre. Será que nós estamos vendo as oportunidades que Deus está nos dando ainda hoje? Às vezes elas estão justamente nas limitações que ele coloca diante de nós, na escassez de recursos, na ajuda insuficiente e na falta de forças. São as oportunidades que ele nos dá para depender dEle. “Quantos pães vocês têm?” Jesus pergunta. Primeiro eles têm que enxergar quão impossível é a situação. Depois, têm que confiar todas as suas soluções ao Senhor. Finalmente, eles têm que seguir em fé no plano que o Senhor mandar. Na medida em que fizermos o mesmo, veremos Deus agindo e fazendo maravilhas diante dos nossos olhos. Você quer ver Deus agindo? Tem alguma situação impossível para entregar a Ele?

Oração: Meu Senhor, abra meus olhos para enxergar o que o Senhor vê. E perdoe-me quando eu só consigo ver o que não tenho. O Senhor já me entregou tudo que preciso para lhe servir, e está aqui ao meu lado para abençoar tudo que eu faço em seu nome. Obrigado, Senhor. Em nome de Jesus lhe agradeço. Amém.


"...DISSE JESUS..."

Jesus saiu dali e foi para a beira do mar da Galiléia. Depois subiu a um monte e se assentou. Uma grande multidão dirigiu-se a ele, levando-lhe os mancos, os aleijados, os cegos, os mudos e muitos outros, e os colocaram aos seus pés; e ele os curou. O povo ficou admirado quando viu os mudos falando, os aleijados curados, os mancos andando e os cegos vendo. E louvaram o Deus de Israel. Jesus chamou os seus discípulos e disse: “Tenho compaixão desta multidão; já faz três dias que eles estão comigo e nada têm para comer. Não quero mandá-los embora com fome, porque podem desfalecer no caminho”.

Mateus 15:29-32

Pensamento: A cena provavelmente parecia igual a qualquer hospital público. Centenas de doentes esperando por ajuda. Podiam ficar horas esperando, muitos começando a passar fome. Se a cura viesse, tudo que passavam seria “café pequeno”. Mas, Jesus, filho do nosso bom Pai, não fica satisfeito em apenas curar. Ele quer alimentar também. Para Jesus esse povo merece tratamento de primeira. Como nosso Deus é bom! Como ele é diferente de nós. Para nós “bom” é cumprir ou providenciar o mínimo. Para Jesus bom é dar tudo que você tem e tudo que pode, e até o que não tem e não pode. Deus sempre vai além. Para aqueles que O servem, é bom lembrar disso. Deus sempre vai além. Além das nossas expectativas. Além das nossas forças. Além do limite da nossa visão. Como nós somos abençoados quando, pela fé, deixamos ele ir além! Tem algo em que sua visão pode estar limitando a ação de Deus? Tem algo onde Deus pode ir além, mas, você ainda não o deixa? Deus pode fazer muito mais do que você imagina, mas você tem que deixar tudo nas mãos dele. Isso requer tanta fé. Talvez foi por isso que ele disse que a obra que Deus espera de nós - é simplesmente crer em Jesus (João 6:29). Ore para crer. É isso que mais precisamos.

Oração: Pai amado, graças lhe dou porque o Senhor tem muito mais do que pena de nós. O Senhor sente o que sentimos, e compreende o que passamos. E o Senhor jamais nos deixa ficar onde estamos. O Senhor quer nos levar ao Céu e é para lá que iremos, se ao menos conseguirmos confiar no poder do Senhor de ir além. Em Jesus nós temos nosso representante pessoal diante do trono do Soberano. Obrigado por Jesus e tudo que ele faz por nós. Em nome do Rei oramos. Amém.
FONTE: HERMENEUTICA.COM

"...Disse Jesus..."

 
Pensamento: A grande tragédia de tantas pessoas que têm contato com Jesus é que, como ele disse "ouvindo, não ouvem, nem entendem" (Mt 13:13). Esta mulher, de um povo pagão, provavelmente com pouca instrução e talvez nenhum contato com a Palavra de Deus, entendeu exatamente o que Jesus estava dizendo. Ela compreendeu que Jesus tinha uma missão e que ele tinha que dar prioridade àquela missão. Ela aceitou tudo que Jesus disse, por mais humilhante que tenha sido para ela. Ou seja, ela aceitou a condição necessária de todo súdito do Reino - pobreza de espírito. No entanto, ela não deixou de pedir ajuda. Por quê? Porque ela entendeu a outra parte da equação do Reino - Deus é grande, mas ele também é bom! Qual o grande feito da mulher cananéia? Ela escutou atentamente aquilo que Jesus estava dizendo e aceitou sua condição perante ele. Quão poucas pessoas fazem isso! Quantos não querem se justificar, se defender, se exaltar? Esta mulher pagã escutou, procurou entender e se lançou a mercê do Senhor. Isso impressionou tanto Jesus porque tão poucas pessoas estão realmente escutando atentamente às palavras dEle. Tão poucas pessoas compreendem seu lugar, ou quão distantes estão de Deus. E tão poucos entendem quão grande é o amor dEle para poder nos salvar! Algo tão simples, e tão raro que até Deus se impressiona quando vê. Você lembra quando entendeu isso? Será que não é hora de relembrar, e hora de ajudar alguém que você conhece que ainda não entendeu? 

Oração: Amoroso Pai, obrigado pelo entendimento que o Senhor nos deu, do nosso lugar, da grandeza do Senhor e da imensidão do amor de Jesus para conosco. Que possamos estar sempre cientes disso tudo e que possamos ajudar outros a entenderem este, o mistério da fé. Em nome de Jesus oramos. 

Fonte: http://hermeneutica.com/jd/

" JESUS DISSE..."

Então Pedro pediu-lhe: “Explica-nos a parábola”. “Será que vocês ainda não conseguem entender?”, perguntou Jesus. “Não percebem que o que entra pela boca vai para o estômago e mais tarde é expelido? Mas as coisas que saem da boca vêm do coração, e são essas que tornam o homem ‘impuro’.”

Mateus 15:15-18

Pensamento: Mais uma vez, Jesus se refere às palavras, aquilo que sai da boca, como o que nos torna impuros. E de onde vêm essas palavras? Do coração, ou seja, da mente. Quanto mais focalizamos nossa atenção nas formas e padrões externos, maior se torna a nossa tendência a ignorar o coração. Daí ele se corrompe cada vez mais. Se purificamos nossos corações, nossas ações alcançarão cada vez mais o que Deus espera de nós. E quando erramos na vontade dEle, a nossa intenção será pesada na balança da graça divina por um Deus que sabe que não somos perfeitos. Deus nunca disse que chegaríamos perto dele por meio de formas e padrões, por rituais e formalidades. Ele disse "Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração." (Jeremias 29:13) Se possível, tente começar cada dia desta semana entregando seu coração ao Senhor. Nas primeiras horas do dia, peça para Ele lhe falar por meio das Escrituras. Derrame seu coração diante dEle em oração. Chame-O a lhe encher e lhe guiar pelo Espírito Santo. Permita-Lhe purificar seus motivos e ações. Deixe-O falar com você. Deixe-O agir através de você. Não há vida melhor do que essa - purificada por Deus, vivida para Deus. Esta é vida!

Oração: Pai gracioso, obrigado pela sua compreensão. É tão bom saber que Jesus andou aqui entre nós, sabe com o que nós lidamos e conhece as tentações que enfrentamos e as fraquezas que temos. Ajude-nos a ter a mesma compreensão com o nosso próximo. Em nome de Jesus oramos. Amém. ||
FONTE: http://hermeneutica.com/jd/

"...Jesus Disse..."

Então os discípulos se aproximaram dele e perguntaram: “Sabes que os fariseus ficaram ofendidos quando ouviram isso?” Ele respondeu: “Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada pelas raízes. Deixem-nos; eles são guias cegos. Se um cego conduzir outro cego, ambos cairão num buraco”.

Mateus 15:12-14

Pensamento: O discípulo maduro evita causar escândalo ou ofender outros. Mas, às vezes, é necessário ensinar coisas contra as quais algumas pessoas vão reagir. A ofensa dessas pessoas à verdade não deve nos intimidar. Talvez lembrando a parábola do joio e do trigo (13:24-30), Jesus se refere a esses líderes como plantas que Deus não plantou. É chocante pensar nisso, mas, no meio da Igreja, há pessoas em posições de poder e influência que Deus não colocou lá. Jesus enfrentou essas pessoas quando foi necessário. Mas ele aconselhou os discípulos a não fazerem disso sua missão na vida. Jesus não se ocupou em procurar briga com eles. Várias vezes Jesus "deixou" os líderes religiosos e seguiu adiante numa missão muito mais importante (Mateus 12:14; 16:4; 21:17). Mas quando o Senhor teve que enfrentá-los, ele também não mediu palavras. O alerta de Jesus é para cada discípulo – quem está lhe guiando? Os olhos dessa pessoa estão focalizados em Jesus, ou voltados para tradições e regras humanas? No Reino dos Céus, até os cegos podem começar a ver, se abrirem seus olhos para Jesus. Faça a pessoa de Jesus seu ensino e sua vida, o foco do seu caminhar, e você o verá com cada vez mais clareza. Quem sabe, você começará a guiar outros para Ele também!

Oração: Pai, abra nossos olhos, livre-nos da cegueira espiritual. Revele-nos tudo que precisamos saber sobre Jesus e o Caminho que leva à vida. Queremos respeitar as pessoas que o Senhor coloca entre nós para nos guiar. Mas também queremos corrigi-las quando começam a nos guiar na direção errada. Tenha misericórdia de todos nós. Em nome de Jesus oramos. Amém.

Fonte:http://hermeneutica.com/jd/

" Jesus Disse..."

“Em vão me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens”.
Mateus 15:9
Pensamento: Quando pensamos em adoração, normalmente pensamos naquilo que nós dirigimos a Deus. Mas, aqui Jesus mostra que o aspecto crítico é justamente a nossa atitude para com aquilo que Deus dirigiu a nós – a sua Palavra. Nós temos nossas interpretações e opiniões daquilo que Deus quer ou não quer, aceita ou não aceita. Interpretar e aplicar a Palavra faz parte do processo de obedecê-La. Mas precisamos reconhecer que neste processo nenhum de nós é inspirado e somos todos sujeitos a erro. Quando nós colocamos nossas interpretações pessoais num patamar igual ou superior à Palavra de Deus, a nossa adoração se torna em vão. Por quê? Porque estamos igualando a nossa opinião pessoal com a Palavra de Deus. Já pensou, embora você tenha adorado a Deus da forma correta e do jeito certo, Deus dizendo que foi tudo em vão? Quando tentamos impor nossas interpretações, exigindo que outros se submetam a elas como se fossem mandamento de Deus, deixamos de respeitar a Deus e sua Palavra e Deus deixará de nos respeitar e de aceitar a nossa adoração. A verdadeira adoração a Deus começa com o devido respeito e submissão à Palavra dEle. Que a Palavra de Deus, e não as interpretações e opiniões humanas dela, seja sempre o guia para sua vida."A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho." Salmo 119.105

Oração: Pai misericordioso, livre-me da soberba de pensar que só eu tenho acesso à sua vontade. Ajude-me a respeitar irmãos que pensam diferente de mim, que louvam e adoram ao Senhor de formas diferentes que eu. Se os seus corações estiverem verdadeiramente voltados para o Senhor (e só o Senhor sabe disso), então confio que o Senhor irá guiá-los em toda sua vontade. Obrigado pela sua paciência para com todos nós. Em nome de Jesus oramos e agradecemos. Amém.
FONTE: http://hermeneutica.com/jd/

RELAÇÃO LEI x ENSINO x CULPA x CONVERSÃO

SEI QUE MUITOS NÃO VÃO QUERER LER ESTE POST, PARECE MUITO CHATO...MAS TAMBÉM SEI QUE EXISTEM PESSOAS EM BUSCA DE RESPOSTAS SOBRE O PORQUÊ NOSSA GERAÇÃO VIVE TÃO LONGE O ARREPENDIMENTO, OU PORQUÊ AS MULHERES TENDEM A BUSCAR MAIS A DEUS DO QUE OS HOMENS. VEJA ALGUNS INDÍCIOS PARA PENSARMOS.
Vejamos irmãos como é possível que o nível de culpa de alguém influencie sua decisão por perdão em Jesus, ou não. NUma pesquisa publicada no Science Daily (Jan. 25, 2010) se afirma: Mesmo com os valores sociais mudando e a culpa tendo cada vez menos espaço em nossa sociedade atual, pesquisadores descobriram que mulheres se sentem mais culpadas do que os homens. E não é apenas a questão de que elas se sentem culpadas demais – são os homens que têm esses sentimentos de menos. O interessante é que o novo mapa das religiões divulgado pela FGV em 2011 afirma que as mulheres são mais religiosas desde que o mundo é mundo e o Brasil é Brasil e que em 25 religiões pesquisadas em 23 delas as mulheres predominavam, NÃO HAVERIA UMA LIGAÇÃO ENTRE CULPA E BUSCA PELA TRANSCENDÊNCIA? PENSO QUE SIM. Paulo disse: "... eu não saberia o que é pecado, a não ser por meio da lei." Romanos 7:7/ "A lei foi introduzida para que a transgressão fosse ressaltada. Mas onde aumentou o pecado, transbordou a graça." Romanos 5:20
Se uma culpa sadia é uma porta importante para a busca da transcendência e perdão, como podemos contribuir para formar essa culpa?
Bem, a pergunta que vamos dar indicativos de como podemos responder é: sendo a culpa sadia uma porta importante para a busca da transcendência e perdão (...é uma tese meu povo...) como podemos contribuir para formar essa culpa?
Para começar nossa caminhada pensei ser importante darmos uma definição de culpa,e aí pensei na de Sueli Damergian, Psicóloga da Universidade de São Paulo e autora do livro “Para além da barbárie civilizatória: o amor e a ética humanista”. Ela afirmar existir dois tipos de culpa, a culpa depressiva e a culpa persecutória. Sobre a primeira ela afirma: “quando alguém é capaz de sentir culpa depressiva ela fará de tudo para reparar esse dano. É esse sentimento que me impede de fazer mal ao outro, e, quando eu faço devo ser capaz de reparar, ou seja, querer reconstruir e dar aquilo que eu tirei em uma intensidade bem maior.”
O segunda culpa, “culpa persecutória”, é a que faz com que a pessoa saiba que praticou algum dano, porém ao invés de sentir responsabilidade pelo ato tem medo de sofrer retaliações. De acordo com Damergian “uma pessoa que sente esse tipo de culpa só respeita as leis de trânsito se tiver um guarda ou um radar. Caso contrário, entra na contra mão, passa no sinal vermelho e ultrapassa todos os limites de velocidade, porque para ela não importa o outro, apenas o seu egoísmo infantil e primitivo”
A culpa que queremos focar é a “depressiva”, não sou psicólogo, porém numa análise longe da profundidade merecida, também estamos no face meu povo, não numa tese de doutorado, rsrsrs, vejo essa culpa bastante vinculada a questão da moralidade e da ética, a moralidade, segundo os PCNS (1999, p.43), “é tida como o conjunto de crenças, princípios, regras que norteiam o comportamento humano, a moral é o campo em que dominam os valores relacionados ao bem e ao mal, como aquilo que deve ser buscado ou de que se deve afastar.” Acredito que uma moral adequada gera a culpa depressiva, por isso a importância de sabermos possíveis caminho de como formar essa moral.
Sabemos que há uma multiplicidade de doutrinas morais cujos princípios procuram fundamentar-se na religião, na natureza, na ciência ou na utilidade prática.No nosso caso queremos enfatizar a moral construída a partir dos princípios que nosso mestre Jesus nos deixou como revelação final do projeto de moral que Deus estabeleceu para o ser humano.
Gente abençoada, se queremos construir uma concepção moral que gere uma comunidade que construa sua conduta a partir da culpa depressiva, e junto disso o arrependimento, o perdão e a humildade diante de Deus, aí está a indenização que Ele propõe na sua palavra, e também o olhar fraterno ao outro, entendo que educar nossos filhos e irmãos em Cristo nos mandamentos do evangelho é fundamental, penso que o amor, devoção e respeito a Deus e sua natureza, acoplados com o amor ao semelhante, são princípios que precisamos ensinar dia e noite as gerações mais novas, chega de medo de dizer “ Deus não gosta disso”, falo sobre as prática contrárias ao evangelho, ora se cremos que ele não gosta temos que ensinar, lembre-se: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Pv 22.6. Aos demais irmãos em Cristo deixo um conselho: “na sua lei medita de dia e noite.” Salmos 1:2.
Penso que esse post está incompleto, pode melhorar bastante, acho que temos muita coisa ainda para falar sobre esse assunto, porém gostaria que você complementasse com SEU COMENTÁRIO, PODE SER?

A festa de Pentecostes no Antigo Testamento



Estudo produzido pelo prof. Tércio Machado Siqueira, professor de Antigo Testamento da FaTeo


No antigo calendário israelita estão relacionadas três festas (Ex 23.14-17; 34.18-23): a primeira é a Páscoa, celebrada junto à dos Ázimos ou Asmos; a segunda é a Festa das Colheitas ou Semanas que, a partir do domínio Grego, recebeu o nome de Pentecostes; finalmente, a festa dos Tabernáculos ou Cabanas. As duas primeiras celebrações foram adotadas pelo cristianismo, porém, a terceira foi relegada ao esquecimento.
Este estudo abordará a Festa das Colheitas ou Semanas, a partir de sua celebração no culto israelita. Seria extremamente exaustivo tentar abordar a origem dessa festa a partir dos cananeus, ou de outros povos do Antigo Oriente Médio. Todavia, é perfeitamente justo suspeitar que o costume de realizar a Festa das Colheitas pertencia aos cananeus. Há três razões que substanciam esta suspeita:
  1. Os agricultores sedentários cananeus dominavam os férteis vales de Canaã quando os hebreus chegaram à Canaã;
  2. Originalmente, os hebreus ou israelitas não eram agricultores, mas pastores de ovelhas, vivendo como semi-nômades nas montanhas centrais e estepes localizadas nas periferias das ricas regiões agrícolas de Canaã;
  3. Pouco a pouco, o povo israelita veio tornar-se agricultor e sedentário.


No Antigo Testamento, a liturgia mais desenvolvida dessa festa encontra-se em Lv 23.15-21. Porém, Dt 16.9-15 mostra uma outra liturgia que reflete um diferente período e, conseqüentemente, um novo ambiente de celebração. Este estudo tomará como base essas duas liturgias.


Do nome



Pentecostes não é o nome próprio da segunda festa do antigo calendário bíblico, no Antigo Testamento (Ex 23.14-17; 34.18-23). Originalmente, essa festa é referida com vários nomes:
  1. Festa da Colheita ou Sega - no hebraico hag haqasir. Por se tratar de uma colheita de grãos, trigo e cevada, essa festa ganhou esse segundo nome. Provavelmente, hag haqasir Festa da Colheita é o nome original (Ex 23.16).
  2. Festa das Semanas - no hebraico, hag xabu´ot. A razão desse nome está no período de duração dessa celebração: sete semanas. O início da festa se dá, cinqüenta dias depois da Páscoa, com a colheita da cevada; o encerramento acontece com a colheita do trigo (Dt 34.22; Nm 28.26; Dt 16.10).
  3. Dia das Primícias dos Frutos - no hebraico yom habikurim. Este nome tem sua razão de ser na entrega de uma oferta voluntária, a Deus, dos primeiros frutos da terra colhidos naquela sega (Nm 28.26). Provavelmente, a oferta das primícias acontecia em cada uma das três tradicionais festas do antigo calendário bíblico. Na primeira, Páscoa, entregava-se uma ovelha nascida naquele ano; na segunda, Colheita ou Semanas, entregava-se uma porção dos primeiros grãos colhidos; e, finalmente, na terceira festa, Tabernáculos ou Cabanas, o povo oferecia os primeiros frutos da colheita de frutas, como uva, tâmara e figo, especialmente.
  4. Festa de Pentecostes. As razões deste novo nome são várias: (a) nos últimos trezentos anos do período do Antigo Testamento, os gregos assumiram o controle do mundo, impondo sua língua, que se tornou muito popular entre os judeus. Os nomes hebraicos - hag haqasir e hag xabu´ot - perderam as suas atualidades e foram substituídos pela denominação Pentecostes, cujo significado é cinqüenta dias depois (da Páscoa). Como o Império Grego assumiu o controle do mundo, em 331 anos antes de Jesus, é provável que o nome Pentecostes ganhou popularidade a partir desse período.
Vale a pena uma observação. Além da Festa da Colheita ou Semanas hag haqasir ou hag xavu´ot, o antigo calendário israelita apontava uma terceira festa que acontecia no período do Outono, isto é, nos meses de setembro e outubro. Na verdade, essa festa era também da colheita, porém, sega das frutas, especialmente, uva, figo e tâmara. A Bíblia Hebraica tem dois nomes para essa festa: Festa dos Tabernáculos ou Cabanas hag hasucot e Festa da Colheita hag ha`asip (a palavra asip colheita vem do verbo asap que significa colher e reunir.


Da cerimônia



Enquanto a Páscoa era uma festa caseira, Colheita ou Semanas ou Pentecostes era uma celebração agrícola, originalmente, realizada na roça, no lugar onde se cultivava o trigo e a cevada, entre outros produtos agrícolas. Posteriormente, essa celebração foi levada para os lugares de culto, particularmente, o Templo de Jerusalém. Os muitos relatos bíblicos não revelam, com clareza, a ordem do culto, mas é possível levantar alguns passos dessa liturgia:
  1. a cerimônia começava quando a foice era lançada contra as espigas (Dt 16.9). É bom lembrar que deveria ser respeitada a recomendação do direito de respigar dos pobres e estrangeiros (Lv 23.22; Dt 16.11);
  2. a cerimônia prosseguia com a peregrinação para o local de culto (Ex 23.17);
  3. o terceiro momento da festa era a reunião de todo o povo trabalhador com suas famílias, amigos e os estrangeiros (Dt 16.11). Essa cerimônia era chamada de "Santa Convocação" (Lv 23.21). Ninguém poderia trabalhar durante aqueles dias, pois eram considerados um período de solene alegria e ação de graças pela proteção e cuidado de Deus (Lv 23.21);
  4. no local da cerimônia, o feixe de trigo ou cevada era apresentado como oferta a Deus, o Doador da terra e a Fonte de todo bem (Lv 23.11).
  5. Os celebrantes alimentavam-se de parte das ofertas trazidas pelos agricultores;
  6. As sete semanas de festa incluíam outros objetivos, além da ação de graças pelos dons da terra: reforçar a memória da libertação da escravidão no Egito e o cuidado com a obediência aos estatutos divinos (Dt 16.12).


Observação: Era ilegal usufruir da nova produção da roça, antes do cerimonial da Festa das Colheitas (Lv 23.14).


Características da celebração



  1. A Festa das Colheitas era alegre e solene (Dt 16.11);
  2. A celebração era dedicada exclusivamente a Javé (Dt 16.10);
  3. Era uma festa ecumênica, aberta para todos os produtores e seus famíliares, os pobres, os levitas e os estrangeiros (Dt 16.11). Enfim, todo o povo apresentava-se diante de Deus. Reconhecia-se e afirmava-se o compromisso de fraternidade e a responsabilidade de promover os laços comunitários, além do povo hebreu;
  4. Agradecia a Deus pelo dom da terra e pelos estatutos divinos (Dt 15.12);
  5. Era uma "Santa Convocação". Ninguém trabalhava (Lv 23.21);
  6. Era celebrado o ciclo da vida, reconhecendo que a Palavra de Deus estava na origem da vida " da semente " da árvore " do fruto " do alimento " da vida...
Observação: A Festa da Colheita não celebra um mito, mas a ação de Deus que cria e sustenta a vida do mundo criado.


Principais motivos da Festa das Colheitas



A Festa das Colheitas (Cabanas ou Pentecostes) não era uma cerimônia neutra, isto é, os celebrantes não se reuniam para um simples lazer ou diversão. Toda a cerimônia buscava reafirmar e aprofundar o sentido da fé em Javé, o Deus Criador e Libertador.


Aprender a fraternidade
Ao ler todas as reportagens sobre a Festa das Colheitas (Semanas ou Pentecostes) é possível captar partes da cerimônia e, conseqüentemente, sua legislação. Um dos detalhes marcantes dessa "Santa Convocação" é o fortalecimento da fraternidade entre os trabalhadores do campo, incluindo a população israelita, os servos e estrangeiros.


Aprender a ter compromisso com Deus e com a comunidade
Ao celebrar a festa, toda a comunidade aprendia a ser responsável para com a vontade de Deus e com o próximo - não somente com os irmãos de sangue e fé. O ritual da festa ensinava, pedagogicamente, que Deus é o Criador e Sustentador das leis que regem o mundo. Ele fez uma distribuição comunitária da terra e manda a chuva para hebreus e gentios, bons e maus, homens e mulheres, jovens e crianças. O ritual da festa entendia que o grande problema da humanidade é a falta de amor uns para com os outros.


Aprender a repartir os dons
Primitivamente, o povo bíblico convivia com as leis divinas de modo feliz, sem lhe causar sofrimento. Por exemplo, a festa das Colheitas ensinou a comunidade de trabalhadores do campo que se deveria entregar o excedente de sua produção agrícola para Javé, a fim de que essa oferta seja compartilhada com os menos favorecidos (Lv 25.6-7, 21-22). A pedagogia dessa lei possui uma profunda sabedoria, pois ela tem como alvo educar o povo dentro dos princípios da solidariedade e igualdade social.


Aprender a agradecer
Ao agradecer a Deus pelo dom da terra - para morar, plantar e alimentar dos frutos produzidos nela - o povo descobria os mistérios da graça divina. Ser grato pela "terra que mana leite e mel", pela cevada, trigo e outros grãos que sustentam vida representam uma alegria de enormes proporções. Além da terra, os celebrantes eram ensinados a agradecer a Deus pela instrução que disciplina e ordena a vida comunitária.


Conclusão



A Festa da Colheita ou Semanas tomou o nome de Festa de Pentecostes, a partir do Período Grego (fim do século IV antes de Cristo em diante).
Todas as festas, ao longo da história do povo bíblico, sofreram metamorfoses. São modificações e adaptações, perfeitamente normais, sofridas ao longo da história, sem contudo, perderem as colunas principais de sua estrutura de sustentação. Por exemplo, na formação cultural de Israel ocorreram metamorfoses que se refletem no nome. Assim:
... hebreu » israelita » judeu » judeu da diáspora ...
Com a Festa da Colheita ou Semanas, também, ocorreram transformações significativas:
... Festa da Colheita » Festa das Semanas » Festa de Pentecostes.


A troca do nome da festa
Originalmente, a festa recebeu o nome "Festa da Colheita", porque se tratava de uma cerimônia que girava em torno de uma sega de grãos, após o período de formação e maturação. O nome "Festa das Semanas" também faz sentido, porque ele diz respeito às sete semanas de duração da festa quando se processava a colheita de trigo e cevada.
Como parte da forte influência exercida pela cultura grega sobre os judeus, a partir do século IV, antes de Cristo, o nome "pentecostes" - cujo significado é "cinqüenta dias depois" - foi usado para substituir o nome da Festa das Colheitas ou Festa das Semanas. O livro Atos dos Apóstolos usa o nome Pentecostes (At 2.1).


Da natureza e do local da festa
Originalmente, a festa das Colheitas era agrícola. Era uma reunião de agricultores que se prolongava por sete semanas. O longo tempo de duração da festa e o nome "colheita" sugerem que os agricultores reuniam-se, originalmente, para uma sega em mutirão. Como na época dessa celebração (maio/junho) não há chuva, em Israel, os celebrantes, que moravam longe do local da colheita, se abrigavam em tendas.
Contudo, o livro de Deuteronômio apresenta duas novidades à festa: a memória da libertação do Egito e a recomendação de estudar os estatutos (a Torá de Javé) durante as sete semanas de festa. Além disso, ele fornece uma outra informação: o nome da festa para o livro de Deuteronômio é Semanas e o local é o templo de Jerusalém (16.9-12). A centralização das festas foi parte da política reformista do reinado de Josias (640-609 a.C.).
Quanto ao relato do livro Atos dos Apóstolos, o nome da festa é Pentecostes e o local é a cidade de Jerusalém, não especificando se a reunião foi realizada no Templo ou próxima a ele. Quanto ao número de pessoas presentes à festa, é possível crer que os relatos de Levítico (23.15-22) e Deuteronômio (16.9-12) sugerem um limite máximo de pessoas bem inferior ao número indicado no livro de Atos dos Apóstolos (2.1-13).


A "ecumenicidade" da festa
Basicamente, a festa, tanto no período do Antigo Testamento como no Novo Testamento, era cosmopolita, isto é, ela reunia pessoas de todas as raças e condições sociais (conforme Dt 16.11 e At 2.1-13). O que varia entre os dois relatos é a quantidade de pessoas presentes no evento: o relato de Atos dos Apóstolos fala que uma multidão estava reunida em Jerusalém, enquanto que o relato de Deuteronômio refere-se a uma presença bem menor.


A fraternidade da festa
A fraternidade era estimulada, entre os agricultores, na Festa das Colheitas, conforme os textos de Levítico e Deuteronômio. Contudo, essa fraternidade é descrita, em sua plenitude, na reunião reportada no livro de Atos dos Apóstolos, através da palavra grega koinonia comunhão (At 2.42-47). Essa comunhão entre os trabalhadores do campo, na prática, forma o mutirão para colher o trigo pronto para a ceifa.


O estudo da Bíblia na festa
Quando mais necessitava de uma disciplina comunitária, a festa das Colheitas, ou Semanas, agregou a prática de estudar a Tora (Pentateuco). No relato de Atos dos Apóstolos, há uma ausência de informação sobre o estudo da Torá.


Jerusalém como local da festa
Tudo leva a crer que, originalmente, a Festa das Colheitas, ou Semanas, era realizada na roça, particularmente, no campo de trigo. No projeto de reforma, empreendido pelo rei Josias, no século VII a.C., todas as festas foram levadas para o Templo em Jerusalém. Por que Jerusalém?


  • Jerusalém é a sede do governo, a capital política e espiritual;
  • Jerusalém é uma cidade que possui uma carga fortíssima de tradição (Sl 48);
  • Jerusalém encarna-se todas as contradições e conflitos;
  • Jerusalém é o centro de todas as tensões da vida judaica:
  • em Jerusalém, sente-se amor dentro da condição de ódio;
  • em Jerusalém, nasce a esperança em meio ao desespero;
  • em Jerusalém, o povo acredita que se dará a plenitude da vida;
  • No Novo Testamento, o sentido de Jerusalém atinge o sentido universal.
Assim, A escolha da cidade de Jerusalém, para celebrar a Festa das Colheitas, não é arbitrária.


Ensinando a importância da terra
Terra é uma palavra muito significativa na Bíblia, particularmente no Antigo Testamento (AT). Há duas importantes palavras hebraicas para terra: a primeira é adamah terra, solo, chão. Originalmente, Adamah carregava o sentido de "solo vermelho", arável e cultivável. Conforme o livro de Gênesis - "... Javé Eloim modelou o 'adam ser humano com o pó da 'adamah terra" (2.7) -o ser humano possui uma estreita relação com a terra. Essa ligação fica mais íntima quando se pensa no alimento. O alimento, como gerador da vida, tem a ver diretamente com o trabalho do adam ser humano e a fertilidade do adamah terra. Por isso entre o ser humano e a terra não poderá acontecer violência. Tanto o 'adam ser humano como a' adamah terra são posses de Javé, e ambos estão sob o cuidado dEle (Gn 2.6). A segunda palavra hebraica para terra é eres, um substantivo feminino que ocorre 2.500 vezes, no A.T. Seu significado é amplo: (a) no sentido cósmico, eres possui o significado de terra em oposição ao céu, o mar e a água (SI 89.11); (b) no sentido físico, eres carrega o significado de solo, sobre o qual o ser humano vive, planta e colhe os frutos (Dt 26.9); (c) no sentido geográfico, eres designa determinadas regiões e zonas (Jr 16.13); (d) no sentido político, eres indica a soberania de determinados clãs, tribos, estados e povos (Is 9.1) e, por fim, (e) o sentido teológico, quando eres é definida como posse de Deus (Lv 25.23). Como uma propriedade divina (Os 9.3), a terra espera de seu usuário uma forte disciplina e uma profunda espiritualidade. Para tanto, a violência contra a terra é considerada uma desobediência a Javé (Jr 2.7).


Resumindo

Pentecostes é uma festa adotada pelo Cristianismo ao Judaísmo. Em primeiro lugar, a palavra festa (hag, no hebraico) significa fazer um círculo. Isso revela o sentido primitivo de festa, isto é, uma reunião comunitária (Êx 5.1). Nela, o povo celebrante reunia, especialmente, para estudar os textos sagrados que, mais tarde, viriam a ser a Bíblia. Em segundo lugar, o nome Pentecostes vem da língua Grega e significa cinqüenta dias depois, a saber, da festa da Páscoa. Originalmente, esta festa possuía três nomes hebraicos: festa das Semanas, festa das Colheitas ou Dia das Primícias. Estes três nomes revelam um pouco do conteúdo da festa: era agrícola e situada no período das colheitas. A troca de nome para Pentecostes deu-se a partir do período grego (333-63 anos antes de Cristo), quando a Grécia dominou culturalmente o mundo. O mais primitivo motivo desta festa foi gratidão a Deus pelo dom da terra. Posteriormente, o povo bíblico incorporou o motivo de gratidão pela doação da Torá (450 anos antes de Cristo). A Torá é a instrução divina por excelência, contida no Pentateuco (cinco primeiros livros da Bíblia). Provavelmente, a festa de Pentecostes, descrita em Atos dos Apóstolos 2, celebrava a doação da Torá. Os salmos 19 e 119 mostram que a manifestação do Espírito Santo está diretamente relacionada ao estudo da Torá.