RELAÇÃO LEI x ENSINO x CULPA x CONVERSÃO

SEI QUE MUITOS NÃO VÃO QUERER LER ESTE POST, PARECE MUITO CHATO...MAS TAMBÉM SEI QUE EXISTEM PESSOAS EM BUSCA DE RESPOSTAS SOBRE O PORQUÊ NOSSA GERAÇÃO VIVE TÃO LONGE O ARREPENDIMENTO, OU PORQUÊ AS MULHERES TENDEM A BUSCAR MAIS A DEUS DO QUE OS HOMENS. VEJA ALGUNS INDÍCIOS PARA PENSARMOS.
Vejamos irmãos como é possível que o nível de culpa de alguém influencie sua decisão por perdão em Jesus, ou não. NUma pesquisa publicada no Science Daily (Jan. 25, 2010) se afirma: Mesmo com os valores sociais mudando e a culpa tendo cada vez menos espaço em nossa sociedade atual, pesquisadores descobriram que mulheres se sentem mais culpadas do que os homens. E não é apenas a questão de que elas se sentem culpadas demais – são os homens que têm esses sentimentos de menos. O interessante é que o novo mapa das religiões divulgado pela FGV em 2011 afirma que as mulheres são mais religiosas desde que o mundo é mundo e o Brasil é Brasil e que em 25 religiões pesquisadas em 23 delas as mulheres predominavam, NÃO HAVERIA UMA LIGAÇÃO ENTRE CULPA E BUSCA PELA TRANSCENDÊNCIA? PENSO QUE SIM. Paulo disse: "... eu não saberia o que é pecado, a não ser por meio da lei." Romanos 7:7/ "A lei foi introduzida para que a transgressão fosse ressaltada. Mas onde aumentou o pecado, transbordou a graça." Romanos 5:20
Se uma culpa sadia é uma porta importante para a busca da transcendência e perdão, como podemos contribuir para formar essa culpa?
Bem, a pergunta que vamos dar indicativos de como podemos responder é: sendo a culpa sadia uma porta importante para a busca da transcendência e perdão (...é uma tese meu povo...) como podemos contribuir para formar essa culpa?
Para começar nossa caminhada pensei ser importante darmos uma definição de culpa,e aí pensei na de Sueli Damergian, Psicóloga da Universidade de São Paulo e autora do livro “Para além da barbárie civilizatória: o amor e a ética humanista”. Ela afirmar existir dois tipos de culpa, a culpa depressiva e a culpa persecutória. Sobre a primeira ela afirma: “quando alguém é capaz de sentir culpa depressiva ela fará de tudo para reparar esse dano. É esse sentimento que me impede de fazer mal ao outro, e, quando eu faço devo ser capaz de reparar, ou seja, querer reconstruir e dar aquilo que eu tirei em uma intensidade bem maior.”
O segunda culpa, “culpa persecutória”, é a que faz com que a pessoa saiba que praticou algum dano, porém ao invés de sentir responsabilidade pelo ato tem medo de sofrer retaliações. De acordo com Damergian “uma pessoa que sente esse tipo de culpa só respeita as leis de trânsito se tiver um guarda ou um radar. Caso contrário, entra na contra mão, passa no sinal vermelho e ultrapassa todos os limites de velocidade, porque para ela não importa o outro, apenas o seu egoísmo infantil e primitivo”
A culpa que queremos focar é a “depressiva”, não sou psicólogo, porém numa análise longe da profundidade merecida, também estamos no face meu povo, não numa tese de doutorado, rsrsrs, vejo essa culpa bastante vinculada a questão da moralidade e da ética, a moralidade, segundo os PCNS (1999, p.43), “é tida como o conjunto de crenças, princípios, regras que norteiam o comportamento humano, a moral é o campo em que dominam os valores relacionados ao bem e ao mal, como aquilo que deve ser buscado ou de que se deve afastar.” Acredito que uma moral adequada gera a culpa depressiva, por isso a importância de sabermos possíveis caminho de como formar essa moral.
Sabemos que há uma multiplicidade de doutrinas morais cujos princípios procuram fundamentar-se na religião, na natureza, na ciência ou na utilidade prática.No nosso caso queremos enfatizar a moral construída a partir dos princípios que nosso mestre Jesus nos deixou como revelação final do projeto de moral que Deus estabeleceu para o ser humano.
Gente abençoada, se queremos construir uma concepção moral que gere uma comunidade que construa sua conduta a partir da culpa depressiva, e junto disso o arrependimento, o perdão e a humildade diante de Deus, aí está a indenização que Ele propõe na sua palavra, e também o olhar fraterno ao outro, entendo que educar nossos filhos e irmãos em Cristo nos mandamentos do evangelho é fundamental, penso que o amor, devoção e respeito a Deus e sua natureza, acoplados com o amor ao semelhante, são princípios que precisamos ensinar dia e noite as gerações mais novas, chega de medo de dizer “ Deus não gosta disso”, falo sobre as prática contrárias ao evangelho, ora se cremos que ele não gosta temos que ensinar, lembre-se: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Pv 22.6. Aos demais irmãos em Cristo deixo um conselho: “na sua lei medita de dia e noite.” Salmos 1:2.
Penso que esse post está incompleto, pode melhorar bastante, acho que temos muita coisa ainda para falar sobre esse assunto, porém gostaria que você complementasse com SEU COMENTÁRIO, PODE SER?